sábado, 26 de julho de 2008

Multinacional com Cultura de Empresa Familiar


Figura 1: Personagens de "O Mágico de Oz"
Estudei com o Wagner uma empresa multinacional do setor de higiene e beleza. O artigo foi publicado na REAd: Revista Eletrônica de Administração, que é publicada pela pós-graduação em Administração da UFRGS.

Utilizamos a proposta de Maria Tereza Leme Fleury (USP) para a realização do trabalho, com triangulação de metodologias qualitativas: análise documental, entrevistas estruturadas e observação participante.

A descrição do artigo é quase sumária, mas suficiente para mostrar que o rótulo de multinacional não é suficiente para encontrar-se uma grande empresa estratégia, repleta de "matadores frios", como qualifica Eugène Enriquez alguns gerentes, logística apurada e estrutura extremamente funcional.

A história da empresa revela o forte viés familiar ao lado da forte "imagem de poderosa e bem sucedida", com os artefatos do pequeno poder (secretárias, mesas e outros) e um processo de implantação de ERP (enterprise resource planning), um software que integra (e determina) os diversos processos de gestão e informação.

Como o mundo dos mitos é anterior ao das empresas, não pude deixar de recordar do Mágico de Oz: um homenzinho por detrás de um aparato de simular grandeza.

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